quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Calha LEDs Vertex Illumina SR 1500-260


Projetado, feito e montado pela Vertex Aquaristik na Áustria, e chegando com 1 ou 6 módulos, estas calhas oferecem a mais alta qualidade já vista no setor de iluminação em aquário. Possui um dispositivo de LED capaz de desenvolver qualquer espécie de coral com menos de 50% de energia em comparação à maioria dos outros métodos disponíveis para iluminar um aquário.
Com poder de iluminação insuperável e eficiência energética sem precedentes, a Illumina é a combinação perfeita, hospedando mais recursos do que já foi disponibilizado em qualquer unidade.




Editado por: Alan Martinsm Silveira 5º periodo Ciências Biológicas

Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix





quinta-feira, 14 de abril de 2011

Como montar um aquário!!!!!!

 Antes....

Depois de trocar o silicone, substrato, iluminação e instalar um kit de co2. Utilizando os mesmos,    troncos,  pedras e filtro. Com uma semana de vida....

Montado por: Aquário Água Limpa

quinta-feira, 31 de março de 2011

Inversão sexual: masculinização em peixes Betta splendens com intuito financeiro.


A produção comercial de peixes está se tornando uma atividade profissional altamente competitiva, em que a diferença entre o sucesso e o fracasso pode estar nos pequenos detalhes.

O número de agricultores brasileiros interessados em fazer nas suas terras o cultivo de peixes ornamentais, vem crescendo continuamente já que os custos de investimento são pequenos e a procura desses peixes é grande, desta forma torna o cultivo de peixes ornamentais uma boa alternativa econômica.

A produção em grande escala não é difícil, porém o objetivo de uma aquicultura é produzir o peixe desejado pelo consumidor, com a qualidade que ele exige e no preço que ele se dispõe a pagar.

Betta splendens é uma espécie de peixe originário do Sudeste Asiático. Foi introduzido na Europa (França) em 1874 e, em 1910, nos Estados Unidos onde o ictiologista C.Tate Regan o denominou de Betta splendens. Os peixes importados tanto na Europa quanto na América do Norte eram de espécies selvagens, os quais apresentavam uma coloração discreta e menor porte.

Betta splendens pertence à subordem anabantoidei. São encontrados em regiões alagadiças com águas estagnadas e pobres em oxigênio, como brejos, pântanos e campos de plantação de arroz. Esses peixes suportam baixos índices de oxigênio dissolvido em água, pois apresentam um mecanismo de respiração especial para utilização do ar atmosférico.

Atualmente, peixes com características fenotípicas desejáveis, como belas nadadeiras e cores vibrantes, encontrados comercialmente, são o resultado de uma longa seleção feita por criadores.

Esta espécie apresenta seguintes características: reprodução ovípara; a nadadeira dorsal com I acúleo e 8 a 9 raios e a anal, II - IV acúleos e 21 a 24 raios; a linha lateral é constituída de 30 a 32 escamas; cuidado parental.

 A partir dos dois meses de idade, o dimorfismo sexual se torna bem evidente. Os machos possuem coloração mais vistosa e nadadeiras maiores (Figura 1) e as fêmeas são menores, apresentam nadadeiras pequenas e quase sem coloração, sendo mais evidente uma faixa transversal acentuada (Figura 2).

  Figura 1. Machos adultos de Betta splendens.





 

Figura 2. Fêmeas adultas de Betta splendens.



É possível realizar a inversão sexual através de indução hormonal em 47 espécies de gonocoristas e 31 de hermafroditas, usando 1 dos 31 esteróides de consumo humano  (16 andrógenos, 15 estrógenos). Através da exposição do peixe indiferenciado sexualmente a esteróides é possível realizar o controle sexual. O tratamento pode durar dias, meses ou anos e após o tratamento os resíduos de esteróides desaparecem em menos de um mês.

O hormônio esteróide 17 α-metiltestosterona (MT) tem sido comumente usado em estudos para masculinização e inversão sexual em camarões como o gigante da Malásia (Macrobrachium rosenbergii), peixes de corte como a tilápia (Oreochromis niloticus), Truta (Salmo gairdneri) e peixes ornamentais como o guppy (Poecilia reticulata), Molinésia preta (Poecilia sphenops), Bluegill (Lepomis macrochirus) e beta (Betta splendens).

A indução hormonal no peixe pode ser feita pela mistura do hormônio com a ração, através do cálculo da concentração pelo peso, de forma que o hormônio seja absorvido no trato digestório ou através da imersão do peixe em água contendo o hormônio, já que a substância será absorvida pelas brânquias (KIM, 2007).


  Editado por: Alan Martinsm Silveira 5º periodo Ciências Biológicas
 Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix



segunda-feira, 28 de março de 2011

Dez criativas campanhas de preservação da água WWF.

 Para ilustrar a campanha que tinha como frase "Preserve o mundo. Preserve-se.", a WWF apostou na foto de uma cachoeira que parece com o rosto de uma pessoa.
 O mundo está literalmente nas nossas mãos nesta campanha da WWF.
 Uma única lata de tinta é capaz de poluir milhões de litros de água. Para passar esta informação, a WWF 'sujou' o rio de uma cidade em campanha.
 Plantas marinhas cinematográficas são vistas por mergulhadores nesta campanha da WWF. Com a frase "O futuro é feito pelo homem", a ONG quis mostrar que a vida subaquática está ameaçada com a poluição das águas do mar.
 O planeta é a casa de todos nós, e para reforçar esta ideia a WWF colocou ursos polares caminhando em um deserto árido e rodeado por indústrias. Neste cartaz, a evolução tecnológica sobrepôs a preocupação com a natureza.
 A campanha de doação para a WWF diz que as pessoas podem salvar o planeta com poucas moedas. Para demonstrar isso, a ONG 'construiu' um tubarão de moedas
 Dando continuidade à campanha "O futuro é feito pelo homem", apenas tartarugas de brinquedo aparecem em uma praia pela noite. A vida marinha é mais uma vez o alvo desta mensagem.
 Por causa do aquecimento global, a cidade mostrada nesta campanha da WWF aparece debaixo d'água depois do derretimento das geleiras. O texto diz: "Aquecimento global está mudando as temperaturas do planeta rapidamente. Geleiras estão derretendo, o nível dos oceanos está subindo, a natureza está em revolta. Aja agora, economize energia e trate o planeta com respeito, ou viveremos em um mundo de águas".
 A preservação das florestas está diretamente ligada à da água e a de outros recursos naturais. É por isso que, na campanha acima, um personagem parecido com o Tarzan é surpreendido pela falta de árvores e está prestes a cair no chão.
Greenpeace apostou no uso do transporte público como forma de reduzir as emissões de gases poluentes e preservar a água e a natureza toda por tabela. Entre as alternativas apresentadas, aparecem andar de bicicleta para o trabalho, usar transporte público, dar uma carona para seus colegas de trabalho ou se preparar para uma situação devastadora em um futuro não tão distante.


Fonte: http://www.wwf.org.br/

segunda-feira, 21 de março de 2011

Berçário de corais

A fundação americana ” Coral Restoration Foundation” restora reefs em “Key Largo” na Florida, um empreendimento de tirar o chapeu!







créditos:http://reefbuilders.com/2010/08/18/amazing-images-from-reef-restoration-nursery-on-florida-keys/  Roberto Pinto http://reefsimples.wordpress.com/

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Aquário Japônes exibe animais marinhos em cubos de gelo

Um polvo e outros animais marinhos são exibidos dentro de cubos de gelo em aquário de gelo em Kesennuma, no Japão.Os visitantes podem observar cerca de 50 cubos de gelos com animais em seu interior. A temperatura ambiente no aquário é mantida em menos 20ºC.

Fonte: disponível em: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2010/08/aquario-japones-exibe-animais-marinhos-em-cubos-de-gelo.html. Em 06/08/2010.

sábado, 8 de maio de 2010

Sun Coral


Corais invadiram o litoral do Rio, ameaçando o ecossistema marinho e causando a perda da biodiversidade. O alerta, em reportagem do jornal “O Globo” , é da bióloga Alline Figueira de Paula, que estuda o tema desde 2002. De acordo com ela, as invasões biológicas, que compreendem a chegada, o estabelecimento e a expansão de uma espécie fora da área de sua distribuição geográfica natural, estão hoje entre as principais causas da perda de biodiversidade no planeta. No Rio, os corais Tubastraea coccinea e Tubastraea tagusensis estão roubando o lugar de espécies marinhas nativas, como algas, esponjas, moluscos e outros corais.

Essas espécies chegaram em águas brasileiras incrustadas em plataformas de petróleo e colonizaram os costões rochosos da Baía da Ilha Grande na década de 90. Desde então, esses corais já se espalharam para a Região dos Lagos e Paraty, ocupando grande parte do espaço disponível para as espécies nativas.

Em colaboração com a Organização Marítima Internacional, que produz o Programa Global de Gerenciamento de Água de Lastro, o Ministério do Meio Ambiente considera a introdução de espécies marinhas exóticas em diferentes ecossistemas uma das maiores ameaças aos oceanos do mundo. Para solucionar o problema, Alline elaborou, ao lado do professor Joel Creed, do laboratório de Ecologia marinha bêntica da UERJ, um projeto de monitoramento, controle e erradicação desses corais.

Fonte: OGLOBO

Realmente são duas espécies exóticas belíssimas. O grande problema em torno destes corais são seu grande potencial competitivo com espécies nativas. Não é um coral fotossintetizante sendo assim tem competido com os corais nativos. O que é bastante alarmante , pois somos pobres em diversidade corais hermatípicos (formadores de recife.) Apenas 17 espécies encontram-se no litoral bahiano.

Existem registros do aumento da distribuição do Sun coral no litoral brasileiro. Quando chegar na Bahia teremos um grande problema ecológico. Valendo lembrar que estes corais vem associados a plataformas de petróleo.

Como alimentar seus exemplares:


1º Coloque um pouco de comida no aquário para alimentar os peixes para que os pólipos do coral abram (ainda demora um tempo), depois pare todas as bombas e alimente o coral com uma seringa cheia de artemia descongelada e limpa em água de osmose ou deionizada, pólipo a pólipo.

2º Pegue uma garrafa pet e corte o fundo. A largura da garrafa deve ter a dimensão suficiente para colocar em cima do coral. Depois pelo gargalo da garrafa adicione com uma seringa artemia ou camarão para molho (batido até que vire um patê). Assim você não irá desperdiçar tanto, concentrando a alimentação apenas sobre o "alvo".

3º Procure sempre analisar a correnteza do seu reef, pois são nestes pontos de maior fluxo que você deverá colocar anêmonas, sun coral e outros corais que costumam ser alimentados, pois ao colocar ração para os peixes, também estará alimentando "indiretamente" estes corais!

sábado, 24 de abril de 2010

Península de Maraú - Sul da Bahia

A Península de Maraú é um imenso paraíso no Sul da Bahia. Um dos poucos lugares que a preservação do eco-sistema é quase intocável. Ainda possui um riquíssimo sistema marinho e uma imensa biodiversidade de sua fauna e flora.

 

domingo, 11 de abril de 2010

Nano Reef sem mistérios



   

É perfeitamente possível montar um Nano Reef (aquário marinho pequeno), porém, existem algumas restrições. Nano é um tipo de aquário, que pela sua instabilidade, devido ao pequeno volume de água, deveria ser uma opção para aqueles que já possuem bastante experiência com aquários marinhos. As conseqüências das "bobeiras" que são cometidas no início são muito danosas para pequenos volumes de água, enquanto em reefs maiores este efeito fica diluído.
Para Nanos que não possuem um Sump, irão necessitar de:
- Dry Wet ,ou um filtro externo com desnatador e uma bomba submersa pequena de boa qualidade;
- Substrato, em torno de 3 cm de altura (ex. aragonita...);
-Termostato para controle de temperatura (ex. Full Gauge...), ligados a 1 ou 2 pequenos ventiladores (podem ser coolers) para refrigerar o Nano;
- Iluminação - depende muito do que você quer manter, peixes ou corais, podem ser utilizadas lâmpadas fluorescentes ou econômicas com especificações para um Nano;
- Água de montagem e para TPA's (Trocas Parciais de Água), indico a artificial com uso de bons sais existentes no mercado (Tropic Marin, Red Sea, etc.)
Não esquecer que a água usada na reposição (em função da evaporação) deve ser com água doce (sem sal). Água deionizada ou de Reverso Osmose.
Fazer TPA's no periodo máximo de  15 em 15 dias, caso não tenha o Skimer.
Valor aproximado de um Nano de medidas 60x40x40cm é  de R$1.500,00.
Faça seu orçamento agora. Aguardamos o seu contato.
                                                                                                                 Editado por Alan Martins Silveira